domingo, 21 de outubro de 2012

Fórum Internacional 20 de novembro Recôncavo

Fórum Internacional 20 de novembro ultrapassa fronteiras do Recôncavo

A edição deste ano de um dos mais importantes eventos da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) irá ultrapassar fronteiras brasileiras. Entre os dias 21 e 23 de novembro, o campus de Cruz das Almas, a 146 km de Salvador, será palco do Fórum Internacional 20 de Novembro, com convidados de várias nacionalidades debatendo política, relações raciais, sexualidade, gênero e direito à saúde.


Entre os palestrantes, Ângela Davis, integrante do Panteras Negras e do Partido Comunista dos Estados Unidos, personagem de um dos mais polêmicos e famosos julgamentos criminais da recente história americana; o pró-reitor de Políticas de Ações Afirmativas da Universidade de Washington, Luis Fraga, e; o presidente do Benin e da União Africana, Boni Yayi. Ângela irá participar da conferência de abertura, intitulada “raça, gênero, classe: uma tríade inseparável nas políticas de empoderamento das populações negra”, em 21 de novembro. O presidente do Benin, Yayi, falará sobre o Brasil na diáspora africana. Encerrando o encontro, Fraga discutirá a “equidade e excelência: conceitos complementares”.
O evento contará também com a presença de personalidades artísticas e referências na comunidade acadêmica nacional. A atriz Zezé Mota e o ator e bailarino Luis Miranda irão conversar sobre "O Cinema Negro ou O negro no Cinema". Já o tema “Racismo, Sexualidades e Diversidades” será apresentado pelos professores da UFRB, Osmundo Pinho e Ana Givigi, ao lado deles o professor da Universidad Nacional de Colômbia, Franklim Hernandez.
Para o Pró-Reitor de Políticas Afirmativas e Assuntos Educacionais (PROPAAE), Ronaldo Barros, o evento traz um conjunto de experiências novas, reflexões para pensar políticas públicas não só no Brasil, como também no mundo. “Este é um espaço de reconhecimento da luta do povo negro e de suas maiores lideranças”, afirma o pró-reitor. Em sua opinião, os dez anos de políticas afirmativas no Brasil é um dos temas centrais do Fórum, com a existência de várias mesas para debater o assunto.
A data que dá nome ao evento, Dia da Consciência Negra, é uma celebração da vida de Zumbi dos Palmares, personagem marcante da história brasileira na luta pelo fim do regime escravocrata que durou 358 anos. Formada por 84,3% de afrodescendentes autodeclarados, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) transformou a ocasião em um dos principais marcos do seu calendário. Na programação, o Fórum Internacional 20 de Novembroincluirá ainda o VI Fórum Pró-Igualdade Racial e Inclusão Social do Recôncavo.
Confira a programação parcial do evento.

Raça Etnias - Download

A série de fascículos Adolescentes e Jovens para a Educação entre Pares, do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), como o próprio nome indica, é destinada a adolescentes e jovens. Tem como objetivo auxiliá-los(as) no desenvolvimento de ações de formação para
promoção da saúde sexual e saúde reprodutiva, a partir do fortalecimento do debate e da participação juvenil.

Livro Adolescentes e Jovens para a Educação entre Pares em PDF Gratuíto

Com atividades de Oficinas

Oficina 1 - Preconceito e discriminação.................................................................17
Oficina 2 - Que Paí s é esse?...................................................................................22
Oficina 3 - A escola e a discriminação ..................................................................26
Oficina 4 - Diversidades e vulnerabilidades .........................................................34
Oficina 5 - Mídia e racismo ....................................................................................40
Oficina 6 - Desigualdades raciais e políticas de inclusão ..................................46

Seu propósito não é ser apenas mais um conjunto de fascículos, e sim trazer provocações e aprofundar o conhecimento que os(as) adolescentes e jovens têm a respeito de temas presentes em toda a sociedade, e que muitas vezes são tratados de maneira equivocada
ou com preconceitos. Ao mesmo tempo, deseja orientar o trabalho por meio de oficinas, debates e leituras. Pretende, também, provocar reflexões e instigar o diálogo sobre as temáticas do SPE dentro das escolas brasileiras.
Os temas fundamentais destes fascículos são dados pelos eixos de ação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas, que têm como objetivo central desenvolver estratégias de promoção dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos, de promoção da saúde, de
prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, do HIV e da aids, e da educação sobre álcool e outras drogas, com adolescentes e jovens escolares, por meio do desenvolvimento articulado de ações no âmbito das escolas e das unidades básicas de saúde.
O SPE é conduzido, no âmbito federal, pelo Ministério da Educação e pelo Ministério da Saúde, em parceria com a UNESCO, o UNICEF e o UNFPA. Essas instituições constituem o Grupo de Trabalho Federal (GTF) que está encarregado da elaboração de diretrizes,
avaliação e monitoramento do Projeto.

RAÇAS E ETNIAS ADOLESCENTES E JOVENS PARA A  EDUCAÇÃO ENTRE PARES

LINK PARA DOWNLOAD: http://www.unfpa.org.br/Arquivos/guia_racas.pdf

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Cotas Injustas

Injustiça para quem?

 

Sancionada pela presidente Dilma Rousseff, nova lei de cotas evidencia a debilidade do ensino público básico no Brasil, mas representa um grande passo para a luta contra o preconceito racial no país

 

  • Aprovada pelo Senado no início deste mês e sancionada pela presidente Dilma Rousseff na tarde de quarta (19), nova lei de cotas (PLC 180/2008) passa a valer a partir de 2013. A medida que obriga todas as universidades e institutos tecnológicos federais a destinarem 50% de suas vagas a estudantes de escolas públicas e, dentro disso, 25% a candidatos pretos, pardos e índios; evidencia a debilidade do ensino básico no Brasil, mas representa um grande passo para a luta contra o preconceito racial no país.

    O texto começou a tramitar no Congresso no final dos anos 1990 e surgiu com intuito de reformular o sistema de ingresso universal, o vestibular. Mas oprojeto foi sendo modificado com o tempo: na alvorada dos anos 2000, quando o Estado começou a implementar políticas públicas a favor de ações afirmativas, as cotas sociais e raciais passaram a ser a principal bandeira. E não é à toa: o Censo Escolar 2010 realizado pelo IBGE aponta, por exemplo, que o Brasil tem 51,5 milhões de estudantes matriculados na educação básica, sendo 43,9 milhões, estudantes das redes públicas (85,4%). Do número total de alunos que frequentam o Ensino Médio, o Censo mostra que 50,9% deles são pretos ou pardos. No ensino superior público – que possui as mais conceituadas universidades do país - 87,4% dos estudantes são oriundos de escolas particulares. Pretos, pardos e índios variam conforme o estado.

    A historiadora Verena Alberti, coordenadora de documentação do CPDOC (FGV) e professora de História na Escola Alemã Corcovado (que fica no Rio de Janeiro), diz que é a favor das cotas raciais e sociais e explica que a aprovação da lei no Senado representa, sobretudo, uma reparação de uma injustiça histórica. “Agora que o Estado do Brasil é a favor da lei de cotas, está apresentando a responsabilidade de consertar o que estava errado. E muitas vezes a gente pensa que o que estava errado estava assim por herança da escravidão, como se fosse por inércia. Mas é importante ver que o Estado, depois de 1889, instituiu políticas diferenciando a população; estimulando a imigração, o embranquecimento. Nós nunca tivemos leis de segregação racial, mas tínhamos leis que proibiam manifestações afro-brasileiras, até a década de 1920, por exemplo”.

    Alberti, que coordenou um projeto sobre a história do movimento negro no Brasil com base em relatos orais, acredita que a adoção do sistema de cotas não vai enfraquecer o ensino superior brasileiro ou invalidar políticas de melhoria na educação básica pública e acrescenta: “O curioso é que somos orgulhosos da mistura cultural no Brasil, mas quando existe a mistura física, essa miscigenação não é tão valorizada. Continua havendo o preconceito racial. Ainda que raça seja um conceito biologicamente inexistente. Acho que há necessidade de pessoas se acostumarem que negros possam fazer parte das camadas médias da sociedade, porque enquanto isso não acontecer, pessoas vão continuar morrendo devido a crimes motivados por racismo”.  

    Senado aprova PLC 180/2008 em seção realizada no dia 7 de agosto

    Senado aprova PLC 180/2008 em seção realizada no dia 7 de agosto

    O relator do projeto aprovado na Casa, senador Paulo Paim (PT/RS) afirma que o sistema de cotas nacional vai fortalecer o ensino superior em seus dez anos de vigência. “Hoje, ficou comprovado pelas pesquisas que os cotistas têm, na maioria dos casos, notas iguais ou maiores do que os não cotistas nas universidades que já adotam o sistema de cotas [seja ele qual for]. Não tem nenhuma injustiça nisso”. A opinião de Paim não é a mesma do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), o único que votou contra a aprovação do PLC na seção deste mês. Segundo ele, o projeto “impõe uma camisa de forças para todas as universidades brasileiras". Além de afetar a excelência do ensino e tirar a autonomia das reitorias acerca do modelo de ingresso.

    A voz das pesquisas

    Apesar da opinião radicalmente contrária apresentada pelo senador Nunes Ferreira, a sociedade parece ser a favor do sistema de cotas, em sua maioria: em pesquisa realizada pelo Datafolha, em 2008, 51% dos entrevistados se disseram favoráveis às cotas raciais; quando a pergunta disse respeito às cotas sociais, 86% das pessoas apoiaram a medida. O apoio popular ganha mais força quando se analisa o desempenho de cotistas em universidades que já adotam alguns sistemas: alunos que entram na universidade por meio de cotas têm notas iguais ou até maiores do que os que utilizam o sistema universal. E os índices de evasão são praticamente os mesmos que os dos alunos não cotistas, se a universidade apresenta algum programa de apoio financeiro aos mais pobres.

    Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), referentes ao biênio 2005-2006, cotistas obtiveram maior média de rendimento em 31 dos 55 cursos  da Unicamp e coeficiente de rendimento (CR) igual ou superior aos de não-cotistas em 11 dos 16 cursos  da UFBA. Os números se repetem em outros casos, conforme alerta a pesquisa elaborada pelo professor Jacques Velloso, da Faculdade de Educação da UnB [disponível aqui].

    “O povo brasileiro não é contrário às políticas de ações afirmativas, nem na sua versão mais polêmica, o programa de cotas. Quem as rejeita são as classes médias e as elites, inclusive intelectuais e alguns veículos de comunicação”, afirma o historiador Petrônio Domingues, professor visitante da Rutgers University (EUA). “São necessárias ações concretas para se enfrentar o problema da exclusão do negro no Brasil, mais do que ‘boas intenções’, retórica política e debates acadêmicos”, acrescenta.

    A antropóloga Yvonne Maggie, professora titular da UFRJ, é contrária à nova lei, porque acha que o governo, dessa forma, quer resolver o problema “a custo zero”. Em artigo publicado em seu blog 'A vida como ela parece ser', Maggie explica que apenas a entrada obrigatória de alunos pobres no ensino público superior não garante seu sucesso, já que o sistema vai continuar não oferecendo o apoio necessário. “Temo por esses jovens mais despreparados. Terão um longo caminho pela frente e não será fácil percorrê-lo. Já são sobreviventes do ensino médio. Já passaram pelas agruras para obter o diploma do ensino básico, cumprindo uma grade de 12 disciplinas em média por ano. Na universidade enfrentarão obstáculos mais pesados. Não há no ensino superior nenhuma preocupação em formar os menos preparados e ajudá-los a adquirir a base necessária para cumprir o currículo enciclopédico que é a regra. Ninguém presta muito atenção, mas sabemos que os mais fracos vão ficando pelo caminho”.

    Imagem de divulgação do 'Novo ENEM'

    Imagem de divulgação do 'Novo ENEM'

    Diferentes sistemas

    Em 2001, o governo do Rio de Janeiro aprovou a leiestadual que instaurava o primeiro sistema de cotas em ensino superior do Brasil: Uerj e Uenf adotaram a medida já no vestibular de 2004. Foi neste ano, aliás, que a UnB anunciou seu próprio sistema de ações afirmativas, seguida da UFBA. Há poucos meses, em votação marcante, o STF declarou o sistema de cotas raciais como constitucional, o que abriu portas para que o PLC saísse de vez da gaveta e fosse levado adiante.

    Evandro Piza, professor da Faculdade de Direito da UnB e um dos responsáveis pela criação do sistema de cotas na UFPR, anuncia que é a favor da nova lei porque ela vai obrigar as universidades que não adotavam qualquer sistema de inclusão social ou racial a passar a fazê-lo, mas se diz crítico com relação a alguns pontos. “A lei em si tem vantagem – impõe políticas de ação afirmativa direto às universidade que foram inertes. Isso é necessário. Porque a universidade é pública. Agora, por outro lado, tem uma coisa que se esquece. O debate qualificado. Cada estado tem uma necessidade diferente, por isso, o debate precisa ser diferente”.

    Piza diz que na Universidade de Brasília, quando o sistema foi implantado, percebeu-se que muitos alunos que ingressavam no ensino superior da região vinham de escolas públicas. Mas se via pouca mistura racial nos corredores. Por conta disso, 20% das vagas dessa universidade são destinadas a pretos, pardos e índios. Na UFPR, o modelo adotado destina 20% das vagas à escola pública e 10% a cotas raciais. “Sou contra as cotas destinadas à escola pública. E isso não é um argumento elitista. Ali se faz um filtro que não funciona sempre. Não pega as pessoas que tiveram chances diminuídas no ensino público, porque só cobra três anos cursados na rede. Na minha opinião, o número de anos tinha que aumentar. Para seis, por exemplo”. Além disso, ele critica o sistema de declaração de renda explicitado na lei, porque é passível de fraude.

    Bem ou mal, a lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff manteve o veto ao artigo que dizia respeito ao ingresso de cotistas no ensino superior sem vestibular, por meio da análise do CR obtido ao longo do ensino médio. Ou seja, para ingressar nas universidades públicas brasileiras, que ainda representam o que há de melhor no ensino superior no país, só fazendo o vestibular e tirando boas notas. Independente da cor da pele ou classe social.

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/injustica-para-quem-a

Alice Melo

24/8/2012

Fontes de literatura e história dos países de língua portuguesa

Memórias da África e do Oriente

Fontes sobre literatura e história dos países de língua portuguesa nem sempre são muito fáceis de encontrar, em grande parte porque as informações sobre esses países estão dispersas em bibliotecas ou centros de documentação pouco divulgados em nível global. O portal
Memórias de África e do Oriente é uma das iniciativas pioneiras para mudar essa realidade.

Atuando sob responsabilidade da Fundação Portugal-África, o portal abre espaço para uma biblioteca virtual reunindo registros bibliográficos de Portugal, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Macau. Também possui uma biblioteca digital , pela qual é possível ter acesso a diversas coleções históricas e contemporâneas desses países.

Faça uma visita em http://memoria-africa.ua.pt/Default.aspx para conferir.

Fifa pode proibir acarajé benefícia McDonald’s na Bahia

 

 

Fifa pode proibir acarajé para beneficiar McDonald’s na Bahia

 

Os torcedores que forem assistir aos jogos da Copa de 2014 na Arena Fonte Nova, em Salvador, poderão ficar proibidos de comprar o tradicional acarajé. A venda do quitute poderá ser proibida em um perímetro de até dois quilômetros ao redor do estádio por causa da Fifa, que recomenda que esse tipo de comércio ambulante seja afastado da região para evitar concorrência com os hambúrgueres produzidos pela rede McDonald’s, patrocinadora da entidade.

 

 

 

Teoria da evolução do McDonald´s


O bolinho de acarajé é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio imaterial e é um produto característico do comércio ambulante.
"Até agora ninguém me chamou para conversar sobre a situação das baianas", reclama a presidenta da Associação das Baianas de Acarajé e Vendedoras de Mingau (Abam), Rita Maria Ventura dos Santos.
Ela classifica como absurda a hipótese de não haver baianas vendendo acarajé na Fonte Nova. "Eram oito baianas lá dentro que tiveram que sair devido à obra. Agora que está tudo novo vão retirar as baianas? Todas tinham carteira", conta Rita dos Santos.
A presidenta da Abam ainda reclama de atraso nos cursos de preparação. Segundo ela, o Sebrae programou a formação de 300 baianas para o serviço de receptivo, mas calcula que, mesmo com a abertura de nova turma em 29 de outubro, este número não será alcançado.
De acordo com ela, a Secretaria Estadual do Turismo (Setur) inscreveria outras cinquenta para curso de formação realizado pelo Ministério do Turismo. "Mas não há previsão", lamenta.
Há a ideia de que os acarajés sejam levados já fritos para o estádio e aquecidos em fornos de micro-ondas - esta prática já ocorre no Estádio Manoel Barradas, o Barradão, onde ocorrem jogos do Vitória.
"Alegam que há risco para os torcedores. Se for assim, era proibido venda de acarajé no Carnaval. Nunca soube de ninguém queimado com azeite nestas festas", diz a presidente da Abam. No Estádio Roberto Santos, mais conhecido como Pituaçu, com mando de campo do Bahia, a venda é permitida.
A Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014 (Secopa) informa que não há certeza sobre o local onde as baianas ficarão durante os jogos. "Mas elas serão contempladas", diz a chefe de gabinete da Secopa, Liliam Pitanga, que não assegurou se este local será dentro do estádio.
Ela disse que a Fifa também participa da discussão. "Mas ainda não há informações concretas". A chefe de gabinete garante que cursos estão sendo oferecidos para as baianas e outras categorias, como os taxistas.
De acordo com Liliam Pitanga, no final de setembro, cinco mil pessoas foram inscritas em cursos de inglês, espanhol e língua brasileira de sinais (Libras). A Setur informou, via assessoria de comunicação, que vai realizar cursos de capacitação para atender as baianas de acarajé.
A reportagem entrou em contato, ontem, com o Comitê Organizador Local da Copa (COL), mas não houve posicionamento sobre a venda do acarajé nos estádios até o fechamento da edição.
A reportagem fez o primeiro contato às 14h30 e foi solicitado pelo COL o envio de um e-mail com as perguntas. Às 18 horas, a reportagem recebeu do COL e-mail informando que aguardava resposta do marketing da Fifa, sediado em Zurique, Suíça.
Às 18h08, o COL comunicou que não seria possível ter resposta da Fifa no mesmo dia devido ao fuso horário com cinco horas de diferença.
Fonte: Imirante Esporte
(foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)

4 DE OUTUBRO DE 2012 - 17H16

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=10&id_noticia=195528

Moral e Ética no Culto aos Orixás

 

Lançamento do livro Moral e Ética no Culto aos Orixás

20 de outubro (sab) – 14h – BP Raimundo de Menezes

São Miguel Paulista - 08021-000 São Paulo, SP

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Lançamento
Moral e Ética no Culto aos Orixás
Alan Geraldo Myleo e Márcio de Ogum - Scortecci Editora
Atendendo à diversas demandas reflexivas e informativas em relação sobre culto aos Orixás no Brasil, a obra trata do assunto partindo do ponto de vista das essências e significados morais e éticos que permeiam o culto. Em curtos, porém intensos, capítulos o livro aborda conceitos sobre fé e razão, fatos históricos, simbologias, filosofia e comportamento que estão diretamente associados ao culto aos Orixás no Brasil. Desse modo a obra atende com sua temática à Lei 10.639 de 2003 que impõe o ensino de História e cultura afrobrasileira no currículo escolar, pois a religiosidade nunca se separou da cultura e do comportamento dos afrobrasileiros e da população em geral.

20 de outubro (sab) – 14h – BP Raimundo de Menezes

Endereço: Av. Nordestina, 780
São Miguel Paulista - 08021-000 São Paulo, SP
Tel.: 11 2297-4053

Festival A Cena Tá Preta - Bahia

 

Novembro mês da Consciência Negra

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A quarta edição do Festival A Cena Tá Preta, promovido pelo Bando de Teatro Olodum, Teatro Vila Velha e o Coletivo de Produtores do Subúrbio. Artistas e grupos culturais irão movimentar a programação em Salvador, entre os dias 09 e 18 de novembro de 2012. Selecionados 12 espetáculos nacionais e internacionais de teatro, dança ou música, além de dois textos teatrais inéditos para realização de leituras dramáticas.

Tema - A mostra visa à valorização da arte baseada na temática afro-brasileira, revelando a diversidade da estética negra, nas variadas linguagens artísticas. Além das apresentações e exibições de filmes, o Festival contará com debates e mesas redondas com pesquisadores. “O projeto vem se consolidando como espaço de visibilidade da performance negra e a ideia agora é expandir as fronteiras, trazendo grupos e artistas de outros países da diáspora africana para uma rica troca de experiências artísticas”, afirma Chica Carelli, uma das responsáveis pelo A Cena Tá Preta.

O projeto será realizado em convênio com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República / SEPPIR. Todas as apresentações serão gratuitas.

SERVIÇO

Informações: www.acenatapreta.com.br

Sugestão de fonte: Chica Carelli, atriz e diretora de teatro, cofundadora do Bando de Teatro Olodum. Contato: 71. 3083-4600

Informações: www.acenatapreta.com.br